Queridos amigos.

Olá sejam bem vindos. Pretendo passar a vocês minhas matérias que escrevo para o Jornal Imagem- Nova Andradina e trocar idéias com meus leitores. São matérias de moda, saúde, comportamento, etiqueta e muitos outros temas variados. Espero que gostem e comentem. Fiquem atentos pois as matérias recentes estão no jornal. Somente depois de algumas semanas serão publicadas aqui.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Injustiça: um mal que nos aflige

Sinto muito ter que abordar esse tipo de tema com os meus leitores, mas a cada dia que passa me sinto mais triste com as injustiças que ocorrem neste mundo.
Há tantas pessoas que merecem ser punidas por atos impensados ou realmente tramados e que saem ilesas por diversas razões, e tantas outras que são julgadas sem merecimento e que muitas vezes recebem uma condenação indevida.
Estou falando bobagem? Hora essa!!! Vimos todos os dias na imprensa escrita e falada histórias como essas.  
O que mais me chama a atenção é que este tipo de injustiça ocorre cada vez mais dentro de nossos lares, dos lares de nossos parentes, visinhos e pessoas próximas. Mas afinal do que estou falando? De todo tipo de injustiça. Fico horrorizada porque as pessoas têm uma mania de julgar às outras sem conhecê-las, sem avaliá-las e, sobretudo sem saber sobre sua verdadeira idoneidade.
Se uma pessoa comete um delito ou se comete um erro, devem ser avaliadas as circunstâncias para que se possa corrigir ou punir a mesma devidamente, dependendo da causa. O que não pode ocorrer é julgar e condenar uma pessoa que não teve intensão de cometer um erro ou simplesmente não cometeu e por força das circunstâncias acaba levando a culpa.
Para isso é que nestes casos existe a Justiça. Ela deve avaliar criteriosamente a situação. Procurar saber bem o que ocorreu, estudar, levar em consideração todas as provas, pesar bem todas as circunstâncias e principalmente estar certo de que está fazendo a coisa certa, ou seja, está sendo justa na sua avaliação. A consciência de uma pessoa é o seu maior bem na hora de julgar. Na dúvida não condene. Estude mais o caso, avalie mais, procure provas se for preciso antes de dar o seu parecer final.
É por isso que a pessoa que se prepara para trabalhar com a justiça tem que estudar muito e precisa passar em várias provas e avaliações difíceis antes de assumir o cargo. É preciso estar muito preparado, o que nem sempre acontece. Ela, acima de tudo deve ter consciência de que um erro pode destruir ou prejudicar alguém que não merecia. Mas quando as provas são evidentes na hora de condenar ela precisa estar tranquila sabendo que está fazendo justiça.
Estamos diante de vários casos assim. Basta você prestar atenção no seu dia a dia. Não estou me referindo somente aos casos de crimes e problemas de Justiça dos tribunais, mas daquela justiça que acontece no dia a dia de nossas vidas. Até as novelas estão abordando este tipo de problema, além de filmes e etc. Mas não estou me referindo à ficção e sim à dura realidade das nossas vidas. É injustiça no trabalho, de pais para filhos, de filhos para pais, de marido para mulher e vice-versa, de nação para nação. 
Até quando seremos assim? 
Além de muitas pessoas cometerem injustiças, mais indignada fico, notando que muitas delas não se preocupam se estão cometendo um mal ou não. Nem peso de consciência elas têm quando erram.
Por favor, vamos colocar a mão em nossas cabeças e pensar nisso. Tem muita gente má, que precisava estar pagando pelos atos impensados e que não está e em compensação tem muita gente inocente e boa, pagando pelos outros.
Se você acha que cometeu uma injustiça com alguém, retrate-se. Sempre há tempo de consertar um erro. Sejamos mais como as Deusas Gregas da Justiça Têmis e Diké onde a justiça é definida, no sentido moral, como o sentimento da verdade da equidade e da humanidade, colocado acima das paixões humanas.

Até a próxima...

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